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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014


Um demônio furioso chamado procrastinação

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Por Maurício Zágari

Se o Diabo tivesse um livro sagrado, acredito que nele haveria um versículo que diria: “Não deixe para amanhã o que você pode fazer… depois de amanhã”. Digo isso porque o ser humano tem uma forte tendência a empurrar com a barriga decisões importantes que precisa tomar – o que, em se tratando de vida espiritual, é muito prejudicial. Por isso, devemos refletir e nos disciplinar para mudar essa estranha atração que temos pelo “deixar para depois”. A procrastinação (o ato de adiar ações ou decisões) torna-se, assim, um mal a ser combatido. Se você percebe que, na lista da sua vida, há mais itens na coluna das “coisas a fazer” do que na de “dever cumprido” é hora de acender a luz vermelha e tomar alguma atitude para reverter essa situação.

Claro que cada pessoa sabe em que precisa melhorar. Mas existem áreas de nossa vida em que o problema é mais comum e, por isso, merecem mais atenção.

O grande mal de nossa época é a falta de amor ao próximo. Não é por acaso que o primeiro campo em que estamos sempre procrastinando é no exercício do amor – nas suas mais variadas formas. Existem multidões de pessoas ao nosso redor, na igreja e fora dela, que estão solitárias, carentes, tristes, deprimidas, infelizes, à espera de alguém que se aproxime com uma palavra amiga, um ombro acolhedor ou, simplesmente, com presença e calor humano. Nós, filhos de uma era em que só cuidamos de nós mesmos e, no máximo, de nossa família, fechamos os olhos a elas. Sabemos que existem, vemos seu semblante abatido, mas… o que fazemos por essas tristes almas? Ou delegamos a outras pessoas a tarefa de amá-las ou deixamos para depois tudo aquilo que poderíamos fazer por elas mas não fazemos. “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mc 12.30-31). Temos cumprido esse mandamento? Se você estivesse mal, precisando de amor, gostaria que o próximo ficasse adiando o momento de vir até você para abraçá-lo e perguntar: “Onde dói a tua dor?”. Então o que você está esperando para começar a amar o próximo de fato e não só de boca?

Outra área em que falhamos de forma atroz é no compartilhar o amor de Deus. Estou falando de evangelismo. E esqueça aquele imagem de pessoas nas ruas abordando outras com folhetos nas mãos, essa é apenas uma das formas de evangelizar e nem de longe é a mais eficiente. Não existe nenhuma outra maneira mais eficaz de pregar o evangelho do que a proclamação do amor de Cristo junto àqueles que convivem conosco, no dia a dia, na convivência pessoal. Mas, seja por vergonha, seja por crer que há ainda tempo de sobra, seja por que razões for, aqueles que receberam a ordem de ir, fazer discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que Jesus nos ordenou (Mt 18.19-20)… simplesmente a ignoram. E, assim, por culpa de nosso espírito procrastinador, deixamos de cumprir a grande comissão. O problema é que, se não pregarmos, meu irmão, minha irmã, muitos irão para o inferno.

Procrastinamos não só ações de evangelismo, mas também projetos de edificação no nosso próximo. De que forma você gostaria de contribuir para abençoar o Corpo de Cristo e os não cristãos? Visitando orfanatos? Indo a casas de repouso? Criando um blog na internet? Escrevendo um livro? Ensinando? Intercedendo? Voluntariado-se em alguma instituição filantrópica? Alimentando quem tem fome e saciando quem tem sede? Apadrinhando uma criança pela Visão Mundial? Construindo casas para os desabrigados? Como, afinal? Se você tem planos, sonhos ou vontades nessa área… o que está esperando? O próximo precisa de você hoje, não depois de amanhã. “Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me” (Mt 25.34-36).

Procrastinamos, ainda, o abandono dos pecados. Sabemos que estamos errados, o Espírito Santo nos incomoda diariamente, mas agimos como se disséssemos a Deus: “Senhor, me deixa pecar só mais um pouquinho, vai. Tá tão bom, amanhã eu me arrependo, peço perdão e deixo, tem tempo…”. O pecado é como um leão que devora a nossa alma constantemente, um pedaço por vez. Imagine a dor e o dano que provoca uma fera arrancando pedaços de você a cada dia. Mas procrastinar o abandono do pecado é como se pensássemos “Deixa esse leão comer mais um pouquinho do meu fígado, amanhã eu tento afastá-lo”. Chega a ser surreal cogitar isso. Mas é exatamente o que fazemos quanto ao pecado. O perigo é adiarmos tanto a expulsão dessa besta que, daqui a pouco, não sobrará nada da nossa carne – e sabe o que é um ser humano sem carne? Um cadáver. Jesus disse: “Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não têm desculpa do seu pecado” (Jo 15.22). Até quando você vai continuar escravizado por pecados recorrentes e adiar o abandono das suas transgressões?

Também procrastinamos o estudo das coisas de Deus. Queremos servir Jesus, amamos o Senhor, mas deixamos sempre para algum dia o aprofundamento na compreensão acerca de quem ele é, de qual é a sua ética e montes de informações que nos fariam cristãos mais maduros e íntimos de Cristo. Mas procrastinamos nossa entrada no seminário; deixamos sempre para o ano seguinte o plano de ler a Bíblia inteira; acumulamos pilhas de livros cristãos em cima do móvel. na expectativa de começar a ler no dia seguinte… estamos sempre priorizando outras atividades e deixamos o estudo das coisas concernentes a Deus para um futuro que nunca chega.

Uma das atitudes mais destrutivas espiritualmente é a hostilidade entre irmãos. A gravidade desse mal não está somente em seu poder destruidor, mas em sua frequência entre nós. Irmãos em Cristo se ofendem, se agridem, se prejudicam, fazem o mal uns aos outros e fica tudo por isso mesmo. Seja por orgulho, seja por um entendimento errado acerca do perdão, seja por que razão for, muitos de nós criam barreiras entre si e vivem deixando para depois o ato de pedir perdão a quem ofendeu ou de perdoar quem o ofendeu. “Se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta” (Mt 5.23-24).Honestamente: qual de nós verdadeiramente faz isso de imediato? Adiar a reconciliação pode ter efeitos drásticos: “Se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas” (Mt 6.14-15).

Mais uma área em que a procrastinação ocorre de forma espiritualmente prejudicial é na vida daqueles que foram chamados pela voz da graça, viveram em comunhão com o Senhor e, por alguma razão, se afastaram. Imersos nos prazeres deste mundo, nunca deixaram de saber a verdade, de ouvir a voz do Espírito Santo e de ter – lá no fundo – a convicção de que um dia retornariam ao aprisco do Bom Pastor. Mas ficam adiando, adiando, adiando e, nessa procrastinação, seguem distantes de Jesus. A quem procede assim, “Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” (Lc 12.20). Jesus, aliás, foi bem enfático ao tratar deste ponto. Quando um jovem o abordou com a proposta de procrastinar sua adesão à causa de Cristo, veja o que ocorreu: “Outro discípulo lhe disse: ‘Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai’. Mas Jesus lhe disse: ‘Siga-me, e deixe que os mortos sepultem os seus próprios mortos’.” (Mt 8.21-22).


Esses são apenas alguns exemplos de áreas comuns em que os cristãos têm o hábito de procrastinar. Há muitas outras e convido você a refletir sobre isto: o que você tem adiado em sua vida e que tem prejudicado sua caminhada com Cristo? Seja o que for, procrastinar é uma atitude que pode destruir almas, afastar pessoas de Jesus, nos manter na ignorância sobre as coisas de Deus, deixar vidas em ruínas e… e tudo mais que há de pior na vida espiritual de uma pessoa. É uma atitude humana, mas que age com o poder destruidor de um demônio furioso. Reflita que benefícios e que malefícios esses constantes adiamentos têm provocado.

“A esperança que se adia faz adoecer o coração, mas o desejo cumprido é árvore de vida” (Pv 13.12). O desejo de Deus é que você não adie aquilo que é importante para ele. Será que você cumprirá o desejo do seu Senhor?

Paz a todos vocês que estão em Cristo,
Maurício

Fonte: Apenas

Reconhecimento, sucesso, auto-promoção!

Por Josemar Bessa

Num tempo de busca de reconhecimento, sucesso, auto-promoção... Como Deus nos envia a este mundo? Quais as expectativas que devem estar em nossos corações? Deus diz: “Eles serão como o orvalho enviado pelo Senhor!” (Miqueias 5.7).
A vida de um homem que está em Cristo é muitas vezes comparada a um orvalho. Um ponto de semelhança é a forma tranquila em que o orvalho realiza o seu ministério no mundo. Ele cai silenciosa e imperceptivelmente. Ele não faz barulho. Ninguém o ouve cair. Escolhe o tempo do seu trabalho na escuridão da noite, quando os homens estão dormindo, quando NINGUÉM pode ver o seu trabalho. Quão diferente disso tem sido o paradigma de servir a Deus neste mundo que incentiva todos a buscar os holofotes.
Grande parte das pessoas decepcionadas, no mundo, no ministério, família... é por não ter tido o reconhecimento esperado. É a decepção por jamais ter tido a visão de ter sido enviado como o orvalho. Jesus disse: “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente”. -Mateus 6:6 – É uma vida de oração como um orvalho. Como é comum ouvirmos “testemunhos” de quanto tempo se passa de joelhos, jejuns... Isso é uma espiritualidade extra-mundana. “E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão”. Mateus 6:5
Quando expectativas forjadas no coração do mundo nos motivam, a amargura e auto-comiseração brotam na alma. Ou seja, o resultado do trabalho é pecado no coração por esse trabalho ter começado com uma motivação pecaminosa.
O orvalho faz seu trabalho à noite, quando todos dormem, e quando acordam, ele já se foi. Cumpriu o desígnio de Deus para ele, isso lhe basta.
Este é um teste maravilhoso para as nossas vidas. Estamos dispostos a ser como o orvalho? Trazendo bênçãos às “portas” dos homens, enriquecendo e fertilizando a vida dos homens... tendo “partido” antes que tenham acordado para perceber? Estamos dispostos a servir a Deus no mundo
Sem gratidão,
Sem reconhecimento,
Sem louvor humano,
Sem retribuição???
“Eles serão como o orvalho enviado pelo Senhor!” (Miqueias 5.7).

Fonte: Josemar Bessa

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

6ª Parte - A ESPADA DO ESPÍRITO (Efésios 6:17b)

“Tomai (...) a Espada do Espírito que é a Palavra de Deus”
Gládio – Uma espada curta, de dois gumes, usada muito mais para perfurar do que para cortar. Dizem que era capaz de perfurar a maior parte das armaduras. Uma esfera na ponta do cabo a tornava a única espada arremessável de que se tem notícia.
Em minha luta contra os poderes das trevas não posso apenas ficar me defendendo, tenho autoridade divina para atacar, e esta é a função primária da Espada do Espírito.
“Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” Mateus 16:18-19
Muitas pessoas passam por este texto e pensam que a promessa contida aqui é a de estarem protegidos dos ataques do inimigo, mas não é isso que o texto diz. O texto diz que as portas do inferno não prevalecerão, portas não são instrumentos de ataque, portas são partes da defesa. Ou seja, esse texto diz que o inferno não pode impedir o avanço da igreja. Aqui quem ataca é a igreja, e o melhor, o inferno não é capaz de resistir a este ataque.
“Ou como alguém pode entrar na casa do homem forte e levar dali seus bens, sem antes amarrá-lo? Só então poderá roubar a casa dele.” Mateus 12:29
Este texto está dentro de um contexto onde Jesus expulsa um demônio. E este texto me mostra que tenho poder em Cristo de saquear a casa do homem forte. Tudo que o inimigo tem em suas posses, tenho autoridade de resgatar.
“As armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas.” 2 Coríntios 10:4
Mais uma vez a Bíblia me mostra o poder de ataque de minhas armas. Sou capaz de destruir as fortalezas criadas pelo inimigo.
Oração – A companheira da Espada
Não tenho apenas a Palavra como arma de ataque, tenho também a oração. Quando os apóstolos se viram sobrecarregados, elegeram líderes para ajudá-los, e desse modo pudessem se dedicar “à oração e ao ministério da Palavra” (Atos 6: 3 e 4)
Já se perguntou por que a espada é apresentada por último, na lista de armas?
Pelo simples fato de que se eu não tiver certeza da minha posição em Cristo, qualquer ataque é desastroso. A minha vitória está condicionada à minha posição em Cristo. (Leia Atos 19:13-16 e observe o que acontece quando decido atacar sem estar vestido com as demais peças da armadura.)
O poder da Palavra
Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” Hebreus 4:12
Talvez esse seja o maior poder da Espada do Espírito: A mudança interior que ela opera no ser humano. E é essa mudança que derrota Satanás.
Já é conhecido que Jesus Cristo quando tentado pelo diabo no deserto, venceu a batalha usando a Palavra. O grande problema é que o diabo também usava a palavra, porém de forma destorcida. E ele ainda hoje tenta usar da mesma arma contra o homem.
“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” 2 Timóteo 2:15
Este texto deixa claro que para usar a Espada é preciso saber como. Não se pode usá-la de qualquer forma. Requer treinamento, e requer algo mais, pois esta não é uma espada comum, é a Espada do Espírito, e isso deixa claro que o Espírito Santo tem sua função indispensável no ataque aos poderes das trevas.
A Espada não tem poder algum se não estiver sendo usada no Espírito. O Espírito é o Poder da Palavra

Armadura de Deus: Espada do Espírito

quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Arte e Adoração - Espada do Espírito
"Tomai (...) a espada do Espírito, que é a palavra de Deus" (Ef 6:17).

Hoje chegamos na ultima parte da nossa armadura. Já estamos devidamente vestidos com a Armadura de Deus, e pra completá-la é preciso de uma arma de ataque, a Espada do Espírito. Que é nada mais que a Palavra do nosso Senhor.

A espada é uma arma tanto ofensiva quanto defensiva. Ela pode ser usada para se proteger do mal ou para atacar o inimigo e vencê-lo. Por muito tempo a espada foi usada como principal arma para combate corpo-a-corpo. Ela representa a justiça e autoridade do oficial.

Na armadura de Deus a Espada do Espírito nos protege em meio a batalha "porque ela testifica a respeito de Deus, é pelas Escrituras que conhecemos Seu caráter". E é a maior arma de ataque contra o Inimigo, "porque a palavra de Deus é viva e eficaz! E mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração" (Hb 4:12).

Crer, ter fé, na Verdade de Deus nos protege dos dardos do inimigo como já vimos. Mas não basta apenas nos defendermos, precisamos também contra-atacar, e o fazemos declarando a Palavra de Deus. Quando abrimos nossa boca, proclamando a Palavra da Verdade contra os ataques, estamos usando a Espada do Espirito. E para isso é necessário amar a Palavra de Deus, conhecê-la de vivê-la e estudá-la ativamente (Sl 119:140).

Então há 3 passos importantes, para estarmos preparados para a batalha com nossa espada em mãos: Primeiro MEDITAR na Palavra de Deus dia e noite, ter prazer em estudar a Palavra de Deus. E tudo quanto fizer prosperará (Sl 1:2-3). Segundo OBEDECER a todos os Seus mandamentos contidos em Sua palavra, assim certamente encontrará paz e segurança em sua vida (Lv 26:3,6) e terceiro FALAR, proclamar, com intimo conhecimento Sua verdade, sem temor (Fp 1:14).

Quando uma tentação vier sobre você, ou pensamento ruim, use sua Espada, proclame o que a Bíblia diz sobre (Use: Fp 4:8). Ou então vier acusações sobre seu passado, lembre que Deus te ama, ao ponto de dar Seu Filho a morrer em seu lugar, e assim te dar uma nova vida, uma vida eterna com Ele!(Use: Jo 3:16; Rm 5:8).

Jesus nos deixou o exemplo, quando foi tentado no deserto pelo diabo. Ele venceu todas elas com a Palavra de Deus que predominava em suas respostas; pois Ele a conhecia, a expressava.

Assim como um guerreiro, precisamos confiar em nossa arma de guerra e saber manejá-la habilidosamente. Então mergulhe na Palavra. Para usarmos com eficácia a Espada do Espírito nossa mente precisa está cheia da Palavra. E assim conseguirmos discernir as ciladas do inimigo. Confie na Palavra. "A espada do Espírito precisa ser usada com submissão e obediência a Deus".

Tenha-a sempre com você, um soldado prudente jamais se aparta de sua espada! Tenha-a em seus lábios, para manejá-la corretamente! Creia que a Palavra de Deus é uma arma eficaz e poderosa!

E agora pronto em Sua armadura certamente sairá vitorioso da batalha! Não se esqueça: É preciso usar TODA a armadura! Para que possa resistir no dia mau e estar firme contra as astutas ciladas do diabo. Ande com fé guerreiro, ande em Justiça, orando em todo o tempo e vigiando com toda a perseverança! (Ef 6:18) Use e arme-se de tudo que o Senhor põe ao seu dispor e vença a guerra!

Este artigo foi retirado do blog Arte e Adoração, muito legal o seu interesse por este texto, mas, para que este texto se torne uma benção em seu site, basta colocar os créditos para o nosso blog. Fazendo isso você ajuda a divulgar o nosso trabalho. Arte e Adoração | Armadura de Deus: Espada do Espírito http://arte-e-adoracao.blogspot.com/2012/09/espada-do-espirito.html#ixzz2sRACrj3A

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Uma cidade edificada sobre um monte






“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.14-16).

Entendida como o corpo de Cristo, a Igreja tem como obrigação iluminar o mundo, refletir o brilho de Cristo entre as nações. Ao comparar a Igreja como a luz do mundo, uma cidade edificada sobre um monte e uma candeia sobre um alqueire, Jesus descreve a importância dela como guia ou condutora dos que se encontra em trevas, dos viajantes sem um referencial.

Em outras palavras, Jesus declara que a Igreja – principalmente ao comparar com uma cidade edificada sobre um monte – não nasceu ou foi criada para viver alineada da sociedade, da planície que a rodeia. Não deve se isolar, mas assumir suas obrigações enquanto cidade/igreja-referência. É impossível esconder uma cidade sobre uma colina.

Nos últimos anos observamos o inverso: apesar do crescimento numérico, maior presença nos meios de comunicação, diversas denominações evangélicas gradualmente se afastam da sociedade, se isolam em suas liturgias, reuniões e cultos rotineiros. Não há mais diálogo com a sociedade, com a comunidade que cerca a igreja local. Criou-se um ritualismo ou clubinho religioso que não mais reflete o amor de Cristo, mas um farisaísmo alienante, sufocante. Não há, em suma, vida, luz, movimento. Quando nos isolamos dentro de quatro paredes e nos esquecemos de que há uma missão a ser cumprida, não honramos nossa chamada, nossa maior vocação, que é ser representante de Cristo, do Reino de Deus. Ser uma cidade edificada sobre o monte é ser um referencial para um mundo em decadência.

Jesus, em sua oração intercessória, não rogou ao Pai para que nos tirasse do mundo, mas para que nos livrasse do mal. ”Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Não são do mundo, como eu do mundo não sou” (Jo 17. 15-16). Não obstante nossa morada esteja no céu (Jo 14.1-3), de onde Jesus virá nos buscar (At 1. 11; 1 Ts 4.16-18), ainda somos cidadãos do mundo; ainda trabalhamos, estudamos, compartilhamos espaços públicos e privados com pessoas das mais diversas religiões, partidos políticos, etnias, raças. Temos que conviver com as pessoas – obviamente nos mantendo longe do pecado, da imoralidade típica da pós-modernidade -, estar ao lado dos pobres e oprimidos. Como luz do mundo e cidade edificada sobre um monte, brilhamos em meio a uma geração perversa e pecadora, servindo de guia para que outros alcancem a parte mais alta do monte, onde o Messias nos espera.

Fonte: NAPEC

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Por Renato Vargens
Tem muita gente no Brasil que pensa estar pregando o Evangelho sem contudo de fato fazê-lo. 
Na verdade, como já escrevi anteriormente o Evangelho pregado por muitos pastores não é o evangelho dos Evangelhos e sim o evangelho pregado por alguns dos evangélicos.
Esse pseudo evangelho, imbuído de uma pseudo mensagem, tem fabricado pseudo evangélicos que até parecem com verdadeiros evangélicos, sem contudo de fato terem sido regenerados pelo Espírito Santo. Nessa perspectiva o crente tem o linguajar de crente, se veste como crente, sem contudo ter nascido de novo. 
A pregação desse falso evangelho tem gerado pelo menos 06 consequências seriíssimas na igreja brasileira senão vejamos: 
  1. Crentes libertinos que em nome de Deus fazem tudo aquilo que lhes dá na telha, mesmo que isso afronte a Palavra Revelada do Senhor.
  2. Crentes legalistas que nome de uma espiritualidade farisaica desenvolvem uma fé morta e absorta em vinganças, rancores e amarguras.
  3.  Crentes humanistas cujo foco principal não é a glória de Deus, mas a satisfação humana.
  4. Crentes adeptos da riqueza e da prosperidade cujo entendimento é que Deus os salvou para serem ricos e não instrumentos da glória de Deus.
  5. Crentes ensimesmados, solitários, egoístas cuja filosofia de vida é "farinha pouca meu pirão primeiro"
  6. Crentes adeptos do entretenimento e do gospel onde Deus se faz presente como simples galardoador daqueles que dele se aproxima.
Caro leitor, lamentavelmente esse falso evangelho está fundamentado numa falsa mensagem, baseado numa falsa teologia, que tem gerado falsos crentes que por conseguinte tem pregado falsas doutrinas, advogando um falso avivamento de um falso Cristo.

Isto posto, resta-nos portanto, chorar de vergonha, regressar as Escrituras, pregar novamente Cristo crucificado, confessar nossos pecados, arrependendo-nos diante do Eterno, mesmo porque, agindo assim, quem sabe Ele resolva mudar a nossa sorte.

Em Cristo,

Renato Vargens